O que faz sentido para você
Queremos conhecer os caminhos que você já percorre: o que te move, o que você procura, o que escolhe quando tem tempo e disposição — e também o que você consome sem necessariamente perceber que é cultura.
Esta página aguarda você — não o você que preenche formulários no modo automático, mas o outro: o que já parou na calçada pra ouvir uma música que não reconhecia, que entrou num espaço cultural sem saber exatamente o que esperar, que guarda na memória um show, uma feira, uma roda de conversa, um livro que alguém colocou na mão em hora certa. É desse você que a Casa Sinestésica quer ouvir falar.
Comece por aqui: suas respostas entram no mapeamento da Casa Sinestésica e alimentam a base SQL do ERP e o DataLake do LAB IA para análise territorial contínua.
Em cada território existe uma cartografia afetiva que não aparece nos mapas: os lugares onde a cultura acontece de verdade, os caminhos que as pessoas percorrem até ela — ou deixam de percorrer por razões que às vezes nem elas mesmas sabem nomear. Este censo é uma tentativa de desenhar esse mapa, junto com você.
Suas respostas orientam como a Sinestesia planeja programação, comunicação, oficinas e encontros — com mais cuidado, com mais presença e com mais conexão com a vida de quem está aqui.
A escala do mapa é definida automaticamente pelo domicílio mais distante declarado por uma pessoa respondente. Cada ponto representa um bairro (posição aproximada por georreferência textual) e o tamanho indica o volume de respostas.
Distância máxima declarada em relação à Casa Sinestésica: 1.6 km. O quadro geográfico acima usa essa referência como limite de escala para manter comparabilidade ao longo do tempo.
Centro · Guarapari (3 respostas)
Interesses mais incidentes: Música (3), Cinema (3)
Perocão · Guarapari (1 respostas)
Interesses mais incidentes: Literatura (1), Tecnologia e Cultura Digital (1)
Criar programação cultural sem escutar as pessoas de verdade é como desenhar um mapa sem sair do quarto. Por isso, este censo existe: é um instrumento de escuta, construído para nos ajudar a entender melhor os desejos, os ritmos, os acessos e as barreiras que atravessam a vida cultural da comunidade — e para que as próximas ações da Casa Sinestésica sejam feitas a partir do que você tem pra dizer.
Queremos conhecer os caminhos que você já percorre: o que te move, o que você procura, o que escolhe quando tem tempo e disposição — e também o que você consome sem necessariamente perceber que é cultura.
Queremos entender o que facilita e o que dificulta sua presença. Às vezes é o horário, o deslocamento, a grana, a correria. Às vezes é simplesmente a sensação de que aquele espaço ainda não conversa com você.
Suas respostas ajudam a imaginar ações que ainda não existem. Programação que faz sentido, linguagens que chegam mais longe, formatos que respeitam o ritmo da vida real da sua comunidade.
Não precisa de resposta bonita, técnica ou completa. O que importa é a verdade do que você vive — pode ser a experiência, a memória, o desejo ou o cotidiano. Pode ser até aquilo que você sente falta e ainda não tem nome.
A ideia é que essa conversa ajude a Sinestesia a fazer escolhas mais cuidadosas: pensar melhor os formatos, os horários, as linguagens, os modos de convite, as ações formativas. E os jeitos de chegar mais perto — especialmente de quem ainda não encontrou o caminho até aqui.
Quando escutamos, também estudamos. Pesquisas públicas sobre hábitos culturais no Brasil nos ajudam a entender o contexto mais amplo — mas o centro desta conversa é outro. É a sua voz, a experiência do território, aquilo que a sua comunidade tem pra contar e que nenhum dado nacional consegue capturar sozinho.
https://www.fundacaoitau.org.br/observatorio/dados/paineis-dados/dados-habitos-culturais
https://fundacaoitau.org.br/observatorio/biblioteca/habitos-culturais
https://www.gov.br/cultura/pt-br/assuntos/noticias/pesquisa-sobre-habitos-culturais-nas-capitais-revela-desafios-e-oportunidades-para-o-setor
Obrigado por chegar até aqui. Se puder, preencha o formulário com calma. Cada resposta nos ajuda a imaginar, preparar e realizar ações culturais com sentido real pra quem vive no território.